Imagens sonoras do ambiente: interface entre ensino de música e educacão ambiental

Livro de Marco Aurélio Aparecido Silva

O livro “Imagens sonoras do ambiente: interface entre ensino de música e educacão ambiental”, escrito pelo professor do Departamento de Música da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), pesquisador, instrumentista, compositor, arranjador e produtor musical Marco Aurélio Aparecido da Silva. A publicação, lançada oficialmente no dia 3 de maio, na livraria Arlequim, no Rio de Janeiro, terá noite de autógrafos no III ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO DE CIÊNCIAS, dia 17 de maio de 2012, às 18h.

O livro, que é resultado da dissertaçãoo de mestrado de Marco Aurélio, nos mostra que o ruído é o som mais característico da modernidade, apresentando uma temática ainda nova no Brasil, que interliga poluicão sonora e educacão musical. A pesquisa para a realizacão da publicacão foi feita em 2005, durante um semestre, com alunos da graduacão do curso de música. Foram realizados encontros, entrevistas e exposicões a paisagens sonoras para averiguar se os professores de música tinham consciencia da importancia da diminuicão da poluicão sonora.

Marco Aurélio é fundador e coordenador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ecologia Sonora. Está em fase final de sua Tese de Doutorado em Estudos Musicais na Universidade Pública de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Portugal, onde se dedica à pesquisa que faz interface entre Educacão Musical e acuidade sonora e é membro da comissão Científica para o Brasil e América Latina da European Review of Artistic Studies – ERAS.

“O texto inspirado de Marco Aurélio nos convida a descobrir outros significados da música, o papel que desempenha em nossas vidas e a tomar em nossas mãos a responsabilidade pela construção de um mundo sonoramente mais interessante, saudável e inspirado do que aquele com o qual ultimamente temos convivido em nosso cotidiano. É, também, intenção de Marco Aurélio ajudar o leitor a compreender o papel da música na vida de cada um e a perceber a sua importância para as comunidades; a valorizar a função do educador musical, reconhecendo-o como agente da melhoria da escuta e, em conseqüência, da qualidade do ambiente acústico e da qualidade de vida. Além disso, anseia por trazer ao público a pesquisa realizada sob inspiração do pensamento de Schafer e persegue o ideal de ampliar o alcance da música para toda a população, assim como queria Villa-Lobos”.

Marisa Trench de Oliveira Fonterrada
IA/UNESP , São Paulo

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