Arte e reabilitação: a música de cada um – estudo de caso

por Angelita de Aguiar, Tamires de Souza Moreira Prianti, Izabela dos Santos Mendes, Bruno de Moraes Prianti, Karina Costa Dias, Fernanda Pupio S. Lima e Paulo Roxo Barja

A utilização da música como agente terapêutico na área da saúde tem como fator relevante o potencial para melhorar a motivação e satisfação dos pacientes, além de influenciar positivamente no tratamento de reabilitação de diversas doenças físicas e mentais. O objetivo desse estudo foi avaliar a atividade elétrica muscular do membro superior espástico durante o uso de um instrumento com e sem estímulo sonoro musical. Participou do estudo uma voluntária portadora de quadriparesia espástica. Foi coletada a atividade elétrica dos músculos deltóide anterior, deltóide médio e bíceps braquial do membro superior espástico em três situações, durante 20 segundos em cada uma delas: repouso, execução de um instrumento de percussão pela participante e execução do instrumento frente a um estímulo sonoro musical.

Ao comparar com a atividade mioelétrica em repouso, observou-se uma diminuição no valor do sinal eletromiográfico do bíceps braquial em ambas as situações (2%) e um aumento do sinal referente ao deltóide anterior (1,6%) e deltóide médio (15,2%) durante a execução do instrumento pela participante frente ao estímulo musical. Conclui-se que a música pode exercer influência sobre a atividade elétrica muscular de um indivíduo portador de espasticidade, podendo promover uma adequação do tônus muscular.

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