Sobre o ato de compor

Por Maria Cecília Censoni

Sou economista de formação, bancária aposentada, cantora e autodidata no violão. Comecei a estudar piano formalmente aos seis anos de idade e a tocar violão aos dez, de ouvido e procurando repetir o que outros violonistas faziam. Como qualquer aluno que opta por outra carreira, parei de tocar na época do cursinho preparatório para a faculdade (até aqui, nenhuma novidade). Voltei a tocar e a cantar pouco depois, participando de grupos na faculdade. Retomei os estudos de música a pouco mais de três anos, de forma sistematizada. Como eu poderia contribuir com esta turma constituída em sua maioria de professores de música, profissão esta que não é a minha? O que eu poderia acrescentar à história deles, alguns ainda em início de carreira e outros já bastante experientes? Foi com estas perguntas que iniciei o Antropomúsica, no módulo II (ainda por cima, entrei com o curso já andando…). E é a estas questões que estou tentando responder nestas linhas.

Observando a eles, os meus colegas de turma, na sua maneira de agir, em cada momento que estivemos juntos, em cada palavra que trocamos, foi com a bagagem adquirida deles que pude formular este trabalho sobre o ato de compor. Porque professores são compositores em inúmeras situações, não só quando escrevem e reescrevem arranjos musicais para seus grupos executarem, mas também quando planejam suas aulas.

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